CreaidsDesde 1980 até junho de 2006 já foram identificados cerca de 433 mil casos de AIDS no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Na Bahia há seis anos funciona o Centro de Referência Estadual de Aids (CREAIDS) que oferece aconselhamento e diagnóstico de infecção por HIV. Pessoas que procuram informações sobre doenças sexualmente transmissíveis, desejam receber orientação sobre prevenção ou tratamento e ainda aqueles que querem fazer o teste anti-HIV podem recorrer ao centro.

Desde 2001 o CREAIDS se constituiu como um espaço de transmissão dos conceitos básicos a respeito da AIDS e de seu tratamento. De acordo com Maria Cristina Camargo, diretora da instituição, quando uma pessoa chega ao CREAIDS faz o teste Elisa, que indica se há anticorpos para o HIV no sangue. Se o resultado der positivos testes confirmatórios são feitos para concluir o diagnóstico e inicia-se o tratamento adequado.

Atualmente a instituição trabalha em conjunto com o CREDST/CTA (Centro de Referência Estadual das DST / Centro de Testagem e Aconselhamento). A união possibilitou melhorar as atividades de educação em saúde, promover a prevenção de todo tipo de doenças sexualmente transmissíveis, além de oferecer tratamento especifico para cada tipo de enfermidade.

Treinamentos – Coordenadores e funcionários da instituição recebem constantemente treinamentos especializados sobre o serviço, com o objetivo de contribuir para melhoria da qualidade das tarefas cotidianas. Mas o CREAIDS também faz o trabalho inverso. Promove eventos de capacitação para profissionais da saúde em outros lugares como hospitais, laboratórios e até em complexos penitenciários.

A equipe – O CREAIDS possui uma equipe multidisciplinar composta por médicos infectologistas, ginecologistas, obstetras, enfermeiras, psicólogas, assistentes sociais, odontólogos, auxiliares de enfermagem e terapeutas que realizam atividades de assistência, prevenção, capacitação de profissionais e pesquisa relativos a AIDS.

O espaço – O centro possui um ambulatório que atende em média 228 pacientes por dia, auditório para 100 pessoas e salas para treinamentos, atendimentos a grupos entre outros.
O número de pessoas que contrai o vírus do HIV tem crescido a cada dia. Na Bahia está acontecendo a feminilização da doença. Para as mulheres e para todas as outras categorias de infectados o importante é não para de se cuidar. O abandono do tratamento da síndrome, pode ter efeitos colaterais adversos.

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